Não tem que ter um padrão; Acho justo.
É justamente como eu me encontro em mim – Essa falta de qualquer inominável necessidade especulativa, tão sólida e consistente entre seus inicios e meios.
É por consequência minha ressaca numa maré desconhecida, onde a melodia das ondas se chocando contra as rochas me remete a idéia do vazio: A eterna ida e vinda sem motivo aparente numa rotina desesperada e fria.
E se vez ou outra me choco com a água doce, a vida me grita que ali não é meu lugar, assim, na primeira corrente eu fujo de volta pra segurança do meu oceano estático. Seguro e Mortal.
E neste contra-senso eu me guio por esse infinitio, anestesiado, esperando qualquer tremor que me tire desta calmaria hereditária.
Perversa e Sagrada.

Demorei, mas apareci, enfim. “(…) a melodia das ondas se chocando contra as rochas me remete a idéia do vazio: A eterna ida e vinda sem motivo aparente numa rotina desesperada e fria.”
Ótima reflexão, que este vazio possa de alguma forma te ajudar a crescer.
Beijos!