Eu detesto essa rotaçao imperfeita; Esse dia que nasce na tormenta e acaba amarelo, a camisa preta que com o tempo fica cinza, a paixao ardente que se torna plenitude.
Detesto essa rotina feudalista; Essa subversao dos valores humanos, a amplitude do verbo ter, o conceito neo-modernista de bem estar… E tudo fixacao.
Vicio. vicio pelo obvio, pelo aterrador, pela desgraça alheia e pelo auto-controle evasivo.
Eu detesto julgar os outros.
Detesto porque no fundo, nao me difiro em quase nada.

É, essa rotina feudal que nos corrói.